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Mostrando postagens com o rótulo Sociedade organizada

É MELHOR TER UM PAÍS DE EMPREENDEDORES

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Vamos simplificar. Imagine ou pegue uma folha de papel em branco. No lado esquerdo no meio da folha, anote "mente trabalhadora jurássica". Agora em torno desta expressão anote as seguintes palavras: Sindicatos, direitos, aposentadoria, greve, horário, hora extra, desemprego, improdutividade, emprego, concurso, patrão, Estado, estabilidade, expediente, salário, ameaça,  medo, segurança, estagnação, revoltada, inveja. No lado direito, anote a expressão "mente empreendedora" e da mesma maneira anote estas palavras em volta: Inovação, produtividade, trabalho, projetos, ideias, recursos, realização, empreendimento, mercado, empresa, crescimento, renda, oportunidades,  coragem, risco, mobilidade, receitas, soluções, atendimento, cliente. Houve um tempo, que tudo que se queria era um emprego, de preferência no Banco do Brasil ou no serviço público. Ainda hoje tem gente que pensa assim e chegamos a ter mais de 500 municípios brasileiros onde 80% da população é fu...

SIM, EU ACREDITO NA MUDANÇA

Algumas pessoas tem me perguntado o que eu acho da manifestação marcada para 15 de Março. Elas querem saber se vai dar resultado, se vai adiantar alguma coisa, se vai ter muita gente, enfim esperam uma opinião. Então eu resolvi dizer para vocês, o que tenho respondido. Penso que a maioria do Congresso nacional não quer tirar a presidente. Ele prefere desgasta-la porque assim muda o polo de poder do executivo para o legislativo. Com isso também muda o fluxo financeiro. Lembre que as moedas de troca são favores, cargos e além do próprio dinheiro. Este desgaste ocorreria durante todo o seu mandato. O Congresso tem sido um suporte para tudo o que está acontecendo, mas o pragmatismo impera por lá. Não espere coerência ideológica. Espere sensibilidade econômica.   No entanto, por causa da má gestão e do cenário político, a economia está em deterioração. A elevação dos preços controlados já está decorrendo em inflação, e os salários nunca acompanham a espiral inflac...

O VOTO E O ESPELHO

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O candidato no qual você vota, é um reflexo do que você pensa e desta maneira, espelha em parte quem você é. Se você escolhe um candidato desonesto, que pratica crimes contra o erário, que compra votos ou que usa a política para enriquecer o próprio patrimônio, está de certa maneira dizendo que você aceita estas práticas e que se tiver oportunidade, poderá fazer a mesma coisa. Se você escolhe um candidato que não se leva a sério, aquele do tipo palhaço ou que encarna personagens ridículos, está dizendo que você também não se leva a sério, tão pouco o seu futuro e o dos seus filhos por exemplo, mesmo que pense que com isso está fazendo um voto de protesto. Se você vota em um candidato sem condições intelectuais de exercer o cargo, sem o conhecimento devido das questões as quais vai se deparar, está dizendo com isso que você também não tem condições de eleger ninguém. Se você vota em um candidato que segue uma ideologia equivocada, aquela que se diz o paraíso aqui na terra mas ...

SOBRE PASSEATAS E OUTRAS COISAS MAIS

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Uma passeata é um pequeno passeio. Mas ele tem uma finalidade. Há muito tempo e em muitas culturas, os militares fazem passeatas para exibir as suas tropas. As bandas participam de passeatas para fazer a sua música ser ouvida. Os cidadãos civis fazem passeatas para manifestarem publicamente a sua opinião sobre determinado assunto, contra ou favor do mesmo. A passeata é essencialmente uma exibição. No jogo político, mais do que uma exibição, as passeatas são demonstrações de força, numa maneira bem similar ao modelo militar. Se uma passeata tem pouca gente, automaticamente você pensa que aquele assunto não tem tanto apoio. Se ela está repleta de adeptos, somos inclinados a pensar que o volume significa necessariamente a mesma proporção de relevância do tema. A verdade é que sem sempre as coisas são assim. A importância do tema não está diretamente relacionada ao volume de pessoas em um evento destes, mas sim ao tipo, à qualidade e à eficiência na sensibilização e mob...

O QUE FAZER COM “O FIM DO BRASIL” ?

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Em Julho de 2014, Felipe Miranda, sócio da Empiricus Research, empresa brasileira de pesquisa e investimentos, publicou um material que gerou algum desconforto e reações contrárias, inclusive ação judicial para retirar o conteúdo do   conotações políticas. No texto, em meio a uma estratégia de marketing para vender os seus serviços e produtos, Felipe anuncia uma severa crise econômica que se avizinha fundamentando sua impressão em vários sinais. 1 – Baixo crescimento histórico do PIB com previsões confirmando esta tendência para o futuro. O autor comparou o crescimento atual com as taxas de períodos e de governos anteriores, em relação ao mundo, países emergentes e América Latina, demonstrando que os atuais resultados são realmente ruins. 2 – Inflação persistentemente alta e acima do centro da meta, de 4,5% ao ano. O autor lembra que existem preços represados pelo governo na energia elétrica e no etanol, o que indica um controle artificial da inflação. Ou seja, na prá...

O NOME DA HORDA

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    Quando um grupo se estabelece no governo, nos órgãos do poder executivo e controla o dinheiro do Estado, a sociedade sofre bastante pois ele logicamente age em seu própio benefício. Por isso, a Democracia exige alternância de poder e controles sociais atentos. Quando este mesmo grupo, consegue infiltrar-se nas instituições que fazem as leis que regem esta mesma sociedade, legislando em seu próprio favor e promovendo a própria perpetuação, o sofrimento é maior ainda. E quando este mesmo grupo, consegue adentrar no judiciário, subvertendo ou paralisando o julgamento dos litígios gerados por esta situação absurda e degradante, temos uma circunstância muito próxima do totalitarismo. O mesmo grupo define as regras, julga e executa. No Brasil, infelizmente, estamos neste estágio mais deteriorado. Trata-se de um grupo com muitas faces e muitos representantes que ocupam muitos cargos e exercem os mais variados papéis. Ele compensa os seus integrantes de maneira abastad...

O QUE É MESMO EDUCAÇÃO ?

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  Nos últimos dias, felizmente muito tem se falado de Educação. O Brasil investe nela atualmente cerca de 5,70% do PIB o que o colocou em 53º lugar no ranking de 2012 onde o primeiro investe 7,80%.   Alguns querem 10% do PIB sendo destinados para ela e já existe tramitação no Congresso para isso. Seria dinheiro suficiente?   Algo em torno de 440 bilhões de reais com certeza é bastante dinheiro. Porém Educação, não se faz somente com recurso financeiro. Uma Universidade, por exemplo, é uma das instituições mais importantes de uma nação. Isso porque ela é na verdade um grande fomentador de talentos. Elas recebem jovens no começo de sua vida adulta, cheios de habilidades e potenciais, repletos de expectativas e sonhos. As Universidades podem aprimorá-los e alavancá-los para serem melhores do que já são. Pode transformar as suas vidas e com isso colaborar com a melhoria do país. O que fazem as nossas Universidades hoje? Boa parte delas, fazem exatamente o contrá...

A REDE

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Uma das coisas mais salientes desde que começaram os protestos nas cidades brasileiras, é a dificuldade de compreensão que as autoridades municipais, estaduais e federais demonstram em relação a este fato histórico. E sem compreender com o que estão lidando, não sabem o que fazer.  É verdade que essa paralisia aparente pode ser fruto de uma tática de enfraquecimento do movimento, do tipo "vamos esperar a chuva passar, eles não vão ficar na rua a vida inteira". Mas também é verdade que eles podem desconhecer completamente natureza do que estão enfrentando. A ausência de pronunciamentos e o conteúdo dos poucos que dispomos, são sinais importantes de que isso pode realmente estar acontecendo.   Os cargos das autoridades brasileiras, são em grande parte preenchidos por políticos. E eles foram forjados numa cultura de séculos passados, embasada no que podemos chamar de rito da assembleia. Nele um orador ou líder é quem fala ou dirige o grupo, acumulando poder ...

RIQUEZA É MAIS QUE DINHEIRO

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Imagine o mundo sem excedente. Um mundo sem estoque de trabalho ou de materiais. Você teria de buscar todos os dias atender as suas necessidades fisiológicas de comer e beber, sem falar em defender-se e descansar. Ao final do dia, estaria cansado como hoje fica, mas no outro dia de manhã teria que fazer tudo de novo até o final da vida. Este mundo já existiu no passado, e a humanidade ao longo de milênios de existência desenvolveu as soluções para superá-lo. Com ferramentas práticas e teóricas, com instrumentos, conceitos e idéias, como as invenções e a organização social e do trabalho, nossa espécie possibilitou que o esforço gerasse o excedente. Este excedente possibilitou a troca e depois o comércio. E com ele uma maior interação entre as pessoas movida pela necessidade. Tudo que somos hoje, vem desse fundamento. Ele alavancou a sociedade humana que evoluiu como nunca. Há 50.000 anos saímos da África para explorar o planeta e de lá para cá, a velocidade de desenvolvimento só...

A SOCIEDADE QUE PRECISAMOS

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Dentro das 760 páginas de A Riqueza e a Pobreza das Nações , encontra-se uma  interessante proposição de David Landes, professor emérito de história e economia política em Harvard, um dos maiores centros de saber do mundo.  No meio de suas abordagens sobre como os povos conseguiram ascender e decair, com reflexos no padrão de vida das populações e avanços de tecnologia, ele arrisca-se sem timidez numa breve lista de características de uma sociedade capaz de prover aos seus integrantes ganhos consistentes de renda e bem estar.   Esta sociedade deve operar e construir instrumentos de produção, gerando e empregando novas tecnologias, bem como transmitir estes conhecimentos aos seus jovens. Deve sempre escolher  pessoas para funções com base no mérito e na competência, promovendo ou rebaixando com o desempenho como parâmetro. Deve proporcionar oportunidades para empreendimentos, encorajando a iniciativa e a correta competição, permitindo que se desfrute dos ganhos obt...

NOSSA MACEIÓ

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Os paulistanos deram os primeiros e valorosos passos. Em maio de 2007, iniciaram um movimento apartidário, inter-religioso e impessoal, com a percepção que a política no Brasil não está correspondendo aos interesses e necessidades da população. Visando promover iniciativas que fomentem o desenvolvimento sustentável, a ética e a democracia participativa, criaram o Nossa São Paulo que hoje conta com a participação de aproximadamente 500 organizações da sociedade civil, além de empresas e cidadãos interessados em participar da construção de uma cidade melhor, a exemplo do que ocorreu em Barcelona e Bogotá. O movimento pretende comprometer a sociedade e sucessivos governos com uma agenda e um conjunto de metas a fim de oferecer qualidade de vida a todos os habitantes daquela metrópole, combatendo a desigualdade social. Como uma boa semente, a iniciativa já germinou e deu bons frutos. Estruturou um banco de dados virtual com indicadores sociais, políticos, econômicos, orçamentários e cultu...