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Mostrando postagens com o rótulo Eleições

O VOTO E O ESPELHO

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O candidato no qual você vota, é um reflexo do que você pensa e desta maneira, espelha em parte quem você é. Se você escolhe um candidato desonesto, que pratica crimes contra o erário, que compra votos ou que usa a política para enriquecer o próprio patrimônio, está de certa maneira dizendo que você aceita estas práticas e que se tiver oportunidade, poderá fazer a mesma coisa. Se você escolhe um candidato que não se leva a sério, aquele do tipo palhaço ou que encarna personagens ridículos, está dizendo que você também não se leva a sério, tão pouco o seu futuro e o dos seus filhos por exemplo, mesmo que pense que com isso está fazendo um voto de protesto. Se você vota em um candidato sem condições intelectuais de exercer o cargo, sem o conhecimento devido das questões as quais vai se deparar, está dizendo com isso que você também não tem condições de eleger ninguém. Se você vota em um candidato que segue uma ideologia equivocada, aquela que se diz o paraíso aqui na terra mas ...

SOBRE PASSEATAS E OUTRAS COISAS MAIS

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Uma passeata é um pequeno passeio. Mas ele tem uma finalidade. Há muito tempo e em muitas culturas, os militares fazem passeatas para exibir as suas tropas. As bandas participam de passeatas para fazer a sua música ser ouvida. Os cidadãos civis fazem passeatas para manifestarem publicamente a sua opinião sobre determinado assunto, contra ou favor do mesmo. A passeata é essencialmente uma exibição. No jogo político, mais do que uma exibição, as passeatas são demonstrações de força, numa maneira bem similar ao modelo militar. Se uma passeata tem pouca gente, automaticamente você pensa que aquele assunto não tem tanto apoio. Se ela está repleta de adeptos, somos inclinados a pensar que o volume significa necessariamente a mesma proporção de relevância do tema. A verdade é que sem sempre as coisas são assim. A importância do tema não está diretamente relacionada ao volume de pessoas em um evento destes, mas sim ao tipo, à qualidade e à eficiência na sensibilização e mob...

A REFORMA QUE EU QUERO

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Todo mundo tem uma reforma política na cabeça. Esta é a minha. Mas antes que confundam as coisas, não sou candidato a nada. Somente a cidadão de um país melhor. Cada pessoa só pode ser candidato a cargo eletivo uma vez na vida. Afinal, o objetivo é servir a sociedade e depois voltar para a sua profissão. Nada de carreirismo e nada de reeleição. Um mandato de quatro anos para contribuir e pronto. Renovação sempre.  Se uma pessoa é candidato ou já tem um mandato, seus parentes não podem fazer o mesmo. Seja pai, filho, tio, sobrinho, primo ou cunhado.   Esta estória de vocação fica para ser exercida em outra coisa. Melhor ser um cientista, jornalista, empreendedor, professor, médico, advogado, administrador ou engenheiro. Ser deputado ou governador é uma doação. Esta conversa de família, fica para a foto de natal. Basta um colaborando com o bem comum.  Para ser candidato, principalmente se eleito, todos os sigilos ficam quebrados, sejam eles fiscais, t...

A GÊNESE DO SAQUE

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   Enquanto o ex governador socialista passeava de jatinho, a capital pernambucana vivenciava um caos social, com cerca de 200 lojas saqueadas, assaltos e desordem. Um saque denuncia a falência do que está aparente e daquilo que não enxergamos com os nossos olhos, mas podemos sentir todos os dias em nossas vidas. Quando uma pessoa aproveita-se de uma oportunidade para invadir a propriedade alheia, retirar dela um bem para o seu proveito, é essencialmente um ladrão. Mesmo que nunca tenha praticado um roubo sequer, esta experiência ficará em sua vida como um fato bem sucedido e ela será educada erroneamente imaginando que este tipo de conduta compensa. Então, faz mal a quem o pratica. Ele corrompe a cidadania e preconiza atos similares ou piores. O saque forma o ladrão. No entanto, não é somente a pessoa que pratica um saque que está sendo prejudicada. A empresa que teve suas mercadorias roubadas, incorrerá em prejuízo reduzindo assim o seu lucro. Em atitude gerencial p...

VERDADE OU CONSEQUÊNCIA

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São pouco mais de 30 segundos na frente da urna eletronica. Digita os números, aperta confirma, ouve o barulhinho bilimbilimbilim e pronto ! Simples e rápido. A verdade é que você realmente acabou de decidir o seu destino, dos seus filhos e netos. A consequência é que você pode ter melhorado ou piorado o seu País. Por pior que possa parecer, por mais que não tenhamos boas opções para escolher, por menos que esse ato possa significar para você, ele ainda é melhor que não ter o direito de fazê-lo. Nós é que colocamos ou tiramos eles de lá. Que tal deixar de reclamar e participar mais, escolher melhor e levar mais a sério a sua condição de cidadão ?

A SOCIEDADE QUE PRECISAMOS

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Na iminência de mais uma eleição que nos obriga a esta avalanche de candidatos, talvez seja melhor refletir sobre o tipo de sociedade de que precisamos. Que tipo de sociedade pode nos tirar realmente desse sono anestesiado em que vivemos e lançar luzes para o bom futuro, cada vez mais distante, como num pesadelo. Isso porque estas pessoas que desejam ocupar esses cargos importantes assumem o poder de influenciar o nosso presente, de construir o que somos hoje e o que serão nossos filhos amanhã. É difícil enxergar as conseqüências dos seus atos, pois estamos ocupados com o nosso cotidiano, enquanto eles se ocupam em torná-lo adequado às suas conveniências.  Dentro das 760 páginas de A Riqueza e a Pobreza das Nações, encontra-se uma interessante proposição de David Landes, professor emérito de história e economia política em Harvard, um dos maiores centros de saber do mundo. No meio de suas abordagens sobre como os povos conseguiram ascender e decair, com reflexos no padrão de vida ...