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6 JANELAS QUEBRADAS NA SUA EMPRESA

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No final dos anos 60, uma equipe de psicólogos da Universidade de Stanford nos Estados Unidos fez uma experiência interessante. Deixaram dois carros idênticos e em bom estado, abandonados em dois bairros completamente diferentes. Um no pobre e conflituoso Bronx em Nova York e outro no rico e tranquilo bairro de Palo Alto na Califórnia. Em poucas horas, o carro deixado no Bronx foi vandalizado. Levaram tudo o que pode ser levado e o que não pode, foi destruído. Já o carro em Palo Alto permaneceu intocado por uma semana, até que os pesquisadores quebraram o vidro da janela, deflagrando o mesmo processo de desmonte e degradação. Com base nestes experimentos, no início dos anos 80, dois criminologistas de Havard publicaram a “Teoria das Janelas Quebradas” na qual explicam que a ocorrência de pequenas desordens, decorre necessariamente em delitos maiores, numa espiral de criminalidade. “ Um vidro quebrado numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desintere...

13 MANEIRAS QUE O MERCADO AVALIA UMA CONSULTORIA

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Ao prestar serviços de consultoria você é avaliado o tempo inteiro. Este não é o problema. Faz parte do jogo. O problema é ser avaliado pela maneira errada. E isso acontece bastante por clientes, parceiros e o público em geral. Neste post, vou discorrer sobre 13 maneiras que o mercado utiliza normalmente para avaliar consultores e de quebra servem também como referência para avaliar outros prestadores de serviços. Você já avaliou alguém por uma destas ? 1.        PELO ESCRITÓRIO Se o escritório é bem localizado, bem decorado, cheio de móveis caros e bonitos, então o consultor é bom.  Se fosse por isto, eu não teria nenhum cliente pois não vivo numa mesa de granito. Vivo nos meus clientes. Não creio que este seja o melhor critério.  Apresentação é importante mas não é tudo. 2.        PELO MATERIAL PROMOCIONAL A pasta é bonita e bem acabada, tem folhetos em papel couchê e tem até selo de prêmio...

4 EQUÍVOCOS DE CONSULTORIA NO MERCADO

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Eu comecei a trabalhar em uma empresa aos 17 anos, no almoxarifado de medicamentos e materiais hospitalares. Minha função era despachar, controlar e receber os itens, além de apresentar os balanços. De lá para cá se passaram 34 anos e eu sempre estive no ambiente empresarial, quer seja em instituições familiares ou profissionalizadas. Fui estagiário de uma empresa de alugueis e partilhava com os demais funcionários o lanche de café, leite, pão e manteiga, fui trainee e consultor da KPMG, uma multinacional com sócios ingleses, alemães e americanos, fui gerente em uma empresa, fui diretor em outra, procurei me capacitar com cursos no Brasil e no exterior e, somente aos 48 anos resolvi prestar consultoria, depois de ter lido muitos livros e artigos, assistidos muitas aulas e ter acumulado experiência prática. A consultoria é intrínseca à senioridade, creio eu. Não trata-se somente de informação, mas sobretudo de sabedoria. A necessidade faz a oferta, e hoje em dia podemos ter c...

O PRIMEIRO PILAR DO DESENVOLVIMENTO

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O Mercado sempre foi um adversário para o Estado. Um movimento de subversão do status quo que atende as necessidades humanas de maneira espontânea e plural através do trabalho, recompensando aqueles que o fazem com competência. Sem ideologias ou crenças religiosas, o Mercado é o modelo mais direto, objetivo e pragmático voltado para o próximo. Além disso, gera e distribui riqueza fundamentada no sistema de trocas e produção, ordenando toda a sociedade para um crescimento espiral. Selecionando por habilidades e determinação, ele é a principal alavanca de mobilidade social existente. Não é de hoje que os poderes constituídos, os intelectuais totalitaristas ou deterministas, os senhores da verdade e do destino, os avarentos e medíocres disfarçados, tentam sem sucesso destruir, conter, regular, minimizar, dificultar, explorar, aproveitar, se apossar ou denegrir o que para eles é um perigo. Para a casta estatal, para os aristocratas e para os que se acham nobres, para os monopolist...

É PORQUE VENCEMOS

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Este 2016 foi repleto de desafios. O Brasil completou o segundo ano consecutivo com retração do PIB, com cerca de 12 milhões de desempregados e uma crise política avassaladora. Em todo país, milhares de empresas fecharam as suas portas e aqui em Alagoas mais de 900 foram encerradas, fora aquelas que paralisaram a sua atividade sem dar baixa no registro.  Tenho a satisfação de profissionalmente acompanhar algumas que estão lutando para superar as suas dificuldades e sobreviver neste ambiente hostil em que vivemos. Neste pequeno grupo, é possível constatar que apesar de todos os obstáculos, existem sim aquelas que estão prosperando. Empresas grandes e pequenas, daqui e de fora, de vários segmentos, cujo volume de negócios vai de milhares a milhões de reais. Elas conseguiram aumentar o seu faturamento e os seus recebimentos. Conseguiram reduzir o endividamento e melhorar os seus processos internos. Elas estão conseguindo superar a tempestade e continuando o que fazem ...

O SEU HÁBITO DEFINE QUEM VOCÊ É

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A revista Época Negócios informou neste dia 27/11/16, que no Brasil, a média salarial no serviço púbico é 10 vezes maior que no setor privado. “De acordo com o IBGE, o rendimento médio do trabalhador brasileiro é de R$ 2.015. No topo do Executivo, estão os servidores do Banco Central, que ganham, em média, R$ 22.406. Nos ministérios, a média de salários é de R$ 9.963; nas autarquias, R$ 9.859; nas empresas públicas, R$ 11.454 e, nas companhias de economia mista (como o Banco do Brasil), R$ 9.757. No Judiciário, o valor médio é de R$ 17.898. No Legislativo, R$ 15.982 e, no Ministério Público da União, R$ 15.623. A discrepância é ainda mais gritante em relação às aposentadorias. Enquanto o benefício médio pago pelo INSS é de R$ 1.862, um aposentado do Congresso ganha, em média, R$ 28.527, e do Judiciário, R$ 25.832. Entre os três poderes, a menor aposentadoria média é a dos funcionários do Executivo, R$ 7.499 - os militares ganham, em média, R$ 9.479 de aposentadoria.” Com uma s...

REVOGUE A LEI DE PARKINSON: MELHORE A PRODUTIVIDADE

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A Workfont é uma empresa americana de softwares que tem 600 funcionários. Ela descobriu que seu pessoal passa apenas 39% do tempo realmente trabalhando. Os outros 61% eles gastam em reuniões improdutivas, interrupções do próprio trabalho, lendo e respondendo e-mails, realizando tarefas administrativas como alterar senhas por exemplo, ou mesmo vendo vídeos da Beyoncé . Agora imagine se isso estiver ocorrendo na sua empresa aqui no Brasil. Na grande maioria dos empreendimentos brasileiros os gastos com pessoal são uma fatia relevante dos custos e das despesas. Faça uma conta simples, junte folha de pagamento com a guia do INSS e do FGTS, os vales transporte, as férias e o 13º salários anuais "mensalisados" e calcule quanto está sendo jogado fora com a improdutividade. Reitero o que já disse em outro post sobre esse assunto. Vários economistas defendem que a melhor maneira de um país enriquecer é conseguir que cada trabalhador produza mais, e isso se aplica ...