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ESSENCIALISMO DA FALA

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  O início de cada ano é uma época adequada para avaliar os objetivos da nossa vida e estabelecer alguns para as próximas etapas. Ajustar o orçamento mensal, fazer uma viagem dos sonhos, ganhar mais dinheiro, ficar mais com a família, perder peso, comprar um celular novo, cuidar da saúde, trocar de moradia, costumam figurar nas listas nem sempre lembrados nos meses seguintes. Mas vou propor que pensemos em objetivos que nos melhorem e por tabela impactem positivamente nos que estão a nossa volta. E que nos concentremos neles a cada dia, pois somente melhoramos com vontade e disciplina.  Vivemos uma era que todos falam bastante, muitas vezes sem reconhecer limitações ou considerar os demais. E isso inclui também as redes sociais. Você pode nem ter percebido, porém a nossa fala pode causar problemas para nós mesmos e para os outros. As palavras faladas ou escritas são como sementes que lançamos na terra. Se forem sementes boas podem gerar bons frutos. Se forem sementes ruins pod...

PESSOAS FELIZES PRODUZEM MAIS

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Conheci as ideias de Jeff e JJ Sutherland relacionadas com a técnica SCRUM da qual são também criadores, em seu livro de capa amarela com o mesmo nome. Jeff é inclusive um dos elaboradores e signatários do famoso Manifesto Ágil, que influencia empresas no mundo inteiro. Mas naquelas páginas podemos encontrar bem mais do que somente uma ferramenta de gestão de equipes em projetos pelo mundo afora. Um desses tesouros é o conceito de que pessoas que possuem dentro de si um sentimento que chamamos de Felicidade, geram mais e melhores resultados. Isso mesmo. Pessoas felizes produzem mais.  Esta Felicidade seria o envolvimento apaixonado e positivo naquilo que fazemos, sendo o combustível para o trabalho. E quem a detém comparece mais, se esforça mais e não só não sai da empresa, como também atrai outros com o mesmo perfil. Eles vão além. Dizem que este tipo de gente é 16% melhor, 32% mais comprometida e 46% mais satisfeita com o serviço que realiza. Apresenta menos faltas por doença, va...

A VEZ DOS C-LEVEL

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Os cargos possuem uma longa história na humanidade. Começaram num passado longínquo nas organizações militares e religiosas e depois invadiram a atividade empresarial em todo o planeta. Foi nas empresas que nasceram os supervisores, os coordenadores, os chefes, os gerentes e os diretores e por lá permaneceram por muito tempo até os dias de hoje.  No entanto, a avalanche recente de startups e techs nos trouxe novas percepções sobre esse tema e um universo repleto de CEO’s, CFO’s, COO’s, CMO’s, CCO’s, CTO’s, entre muitos outros. Os cargos mudam de acordo com o mundo. Além da sigla, uma abordagem menos burocrática e mais pragmática veio acompanhando esta nova geração de executivos que operam com autonomia, equipes multidisciplinares e menos níveis hierárquicos. São os C-Level, uma espécie de dream team corporativo.  Um autentico representante deste formato precisa ter uma certa senioridade profissional. Eles sabem o que tem de ser feito, analisam situações complexas, são comprome...

BEM VINDO AO MERCADO ESG

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Existem mudanças que melhoram e outras que pioram. Existem mudanças que ocorrem de dentro para fora e outras ocorrem de fora para dentro. Como você classificaria a agenda ESG ?  Bem, se você ainda não tem a mínima ideia do que se trata, vou lhe contar um pouco sobre isso numa rápida pesquisa.  ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance que significa melhores práticas ambientais, sociais e de governança nas empresas.  A primeira vez que ela surgiu foi em um relatório da ONU em 2005 chamado  Who Cares Wins  (Ganha quem se Importa) onde 20 instituições financeiras de 9 países diferentes consolidaram diretrizes sobre como incluir questões ambientais, sociais e de governança na gestão de ativos. “A conclusão do relatório foi que a incorporação desses fatores no mercado financeiro gerava mercados mais sustentáveis e melhores resultados para a sociedade.” A letra E tem a ver com fatores ambientais tais como uso de recursos naturais, emissões de gases...

O CASAMENTO ENTRE CULTURA E RESULTADO

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Empresas não existem sem resultados. Se empresas fossem prédios, os resultados seriam a estrutura de concreto que os mantém de pé. São os resultados que fazem as empresas avançarem, melhorarem e por fim superarem os desafios que os mercados lhe impõem.  Para se ter resultados é preciso medi-los. Não há gestão sem meditação. E para medi-los é preciso ter metas smart e métricas. Os resultados são demonstrados com números. Mas os bons números são produzidos quando existe um cultura para isso. A cultura é o resto do iceberg que está submerso.  Mostrar os resultados obtidos faz parte desta cultura. Quer seja em reuniões ou através de gestão à vista. O ideal é que sejam nos dois. Celebrar os resultados é tão quanto importante. Toda vitória precisa ser comemorada. Isso compõe o salário emocional das equipes e fornece reforço positivo para os bons resultados. A celebração da vitória deve ser uma rotina espalhada em toda empresa.  O apoio às equipes também faz parte da cultura. Eq...

O SEU AVATAR ESTÁ A VENDA

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  Alguns especialistas já estão avisando: Os dados são o próximo tesouro da humanidade, assim como um dia foi o ouro e o petróleo ainda é até hoje. Não foi a toa que o matemático britânico Clive Humby cunhou a expressão “Data is the new Oil” que tem sido repetida por muita gente no mundo empresarial. Mas diferente de um recurso natural que tem uma quantidade limitada e é encontrado na natureza em determinadas regiões geográficas, os dados estão em praticamente toda parte e seu volume cresce assustadoramente com o passar do tempo. Estudos afirmam que a “produção de dados dobra a cada dois anos, e a previsão é de que em 2020 sejam gerados 350 zettabytes de dados, ou 35 trilhões de gigabytes.” Nossa mente nem consegue imaginar essa quantidade.  Nesse contexto completamente novo para a humanidade, existe um verdadeiro mercado de dados pessoais no planeta. Isso porque, para cada pessoa física que frequenta o ambiente digital, e estamos falando de bilhões de frequentadores, existe u...

PARA ONDE VAI O CAPITALISMO CONSCIENTE

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Na clássica teoria de finanças, o objetivo de um empreendimento é maximizar o retorno dos acionistas. Logo,os negócios precisam gerar lucro para poderem cumprir esta missão. Por mais que alguns pensem como o antigo Tio Patinhas ou o descabelado Karl Marx, imaginando que o lucro é somente acumulação ou exploração, ele na verdade vai muito além do que isso. E mapear o seu destino dá uma ideia bem clara desta transcendência.  Depois de gerado, ele pode voltar para o próprio negócio fazendo-o cada vez melhor. Com isso gera mais empregos e desenvolvimento. Ele também pode ir para outros e novos negócios incrementando ainda mais a oferta de soluções para a sociedade. Também pode ficar aplicado no imenso sistema financeiro possibilitando financiamento para outros empreendimentos, necessidades de crédito e até para governos. E por fim, pode ser simplesmente consumido  em bens e serviços para seus proprietários fazendo girar a roda do mercado.  Então, livrando-se da imagem infanti...